As associações de cannabis medicinal têm desempenhado um papel crucial na ampliação do acesso aos tratamentos com canabinoides no Brasil. Além de viabilizar o uso terapêutico da planta, essas entidades têm se destacado como referências em pesquisa científica, desenvolvimento de produtos seguros e capacitação de profissionais da saúde.

Essencialmente, essas associações são organizações sem fins lucrativos compostas por pacientes, familiares, profissionais de saúde, pesquisadores e ativistas. Todas essas pessoas estão unidas por um propósito comum: garantir um acesso justo, seguro e humanizado aos tratamentos à base de cannabis.
Com atuação responsável e comprometida, essas entidades frequentemente preenchem lacunas deixadas pelas políticas públicas, oferecendo alternativas eficazes e seguras para o tratamento de diversas enfermidades.
As associações de cannabis medicinal desempenham um papel que ultrapassa o simples cultivo da planta, atuando em diversas áreas que combinam ciência, saúde, acolhimento e ativismo. Confira suas principais funções:
Um exemplo notável é a colaboração entre a APEPI, a UFPB e a UNESP, que realizam estudos sobre o uso do canabidiol (CBD) em pacientes com hipertensão arterial. Iniciativas como essa posicionam o Brasil na vanguarda da ciência internacional sobre cannabis medicinal, abrindo caminhos para terapias inovadoras no Sistema Único de Saúde (SUS).
4. Atuação política e institucional. As associações têm papel ativo na articulação política e institucional, participando de audiências, conselhos de saúde, frentes parlamentares e outros espaços institucionais, pressionando por avanços na regulamentação da cannabis medicinal.
Por meio do diálogo com legisladores e autoridades sanitárias, buscam garantir políticas públicas permanentes, baseadas em evidências científicas, para assegurar amplo acesso ao tratamento.
5. Apoio social e acolhimento de famílias vulneráveis. Diversas associações desenvolvem ações solidárias voltadas a pacientes em situação de vulnerabilidade social, oferecendo medicamentos gratuitos ou subsidiados, promovendo campanhas de arrecadação, assistência social e acolhimento. Essas ações têm como objetivo garantir equidade e dignidade no acesso à cannabis medicinal.
Apesar de seu papel essencial, as associações enfrentam diversos desafios que dificultam sua atuação plena:
As associações de cannabis medicinal ocupam um lugar de destaque na construção de um modelo de cuidado mais inclusivo, científico e humanizado no Brasil. Atuando na linha de frente do acesso, da produção de conhecimento e do acolhimento, essas entidades representam uma ponte entre a urgência dos pacientes e os avanços científicos que sustentam o uso terapêutico da cannabis.
Apesar dos inúmeros desafios — que vão desde a insegurança jurídica até o preconceito social — essas associações continuam promovendo transformações concretas na vida de milhares de pessoas. Elas demonstram, na prática, que o acesso à cannabis medicinal pode ser seguro, ético e baseado em evidências.

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