A hérnia de disco é uma das principais causas de dor crônica na coluna, afetando milhões de pessoas com sintomas como dor intensa, formigamento e limitação de movimentos. Quando os tratamentos convencionais falham ou causam efeitos colaterais indesejados, surge a necessidade de alternativas mais seguras e eficazes. Neste artigo, você vai entender como a cannabis medicinal, especialmente o canabidiol (CBD), tem se destacado como uma solução promissora para o controle da dor, inflamação e desconforto muscular, oferecendo alívio e melhor qualidade de vida aos pacientes com hérnia de disco.

A dor crônica é uma das queixas mais recorrentes entre pacientes com hérnia de disco, condição em que o disco intervertebral se desloca e comprime raízes nervosas, causando dor intensa, formigamento e limitação funcional.
Além da hérnia de disco, outras condições como neuropatia diabética, lesões na medula espinhal e esclerose múltipla também podem gerar dores persistentes de origem neurológica, conhecidas como dores neuropáticas — um tipo de dor difícil de tratar com medicamentos convencionais.
Diante da dificuldade de controle desses sintomas por meio das terapias convencionais, cresce o interesse por abordagens terapêuticas complementares — entre elas, a cannabis medicinal.
A hérnia de disco é uma condição que afeta os discos intervertebrais — estruturas localizadas entre as vértebras da coluna, que funcionam como amortecedores naturais, oferecendo flexibilidade e sustentação à coluna vertebral.
Cada disco é formado por duas partes: um núcleo gelatinoso (núcleo pulposo) e uma camada externa mais firme (anel fibroso). A hérnia ocorre quando o núcleo gelatinoso escapa, parcial ou totalmente, por uma fissura no anel fibroso, comprimindo nervos próximos.
Essa compressão pode causar sintomas como:
A gravidade dos sintomas depende da localização da hérnia e do grau de compressão nervosa.
Os tratamentos convencionais para hérnia de disco variam de acordo com a intensidade dos sintomas e a resposta individual de cada paciente. Em grande parte dos casos, opta-se inicialmente por abordagens conservadoras (não cirúrgicas), com o objetivo de aliviar a dor, reduzir a inflamação e melhorar a mobilidade. Veja a seguir as principais estratégias:
1. Medicamentos
2. Fisioterapia
3. Terapias complementares
4. Bloqueios e infiltrações
5. Repouso relativo e cuidados posturais
Apesar de amplamente utilizados e, em muitos casos, eficazes no alívio dos sintomas da hérnia de disco, os tratamentos convencionais nem sempre oferecem uma solução satisfatória a longo prazo.
Muitos pacientes relatam recidiva da dor, pouca resposta ao uso de medicamentos ou desconfortos decorrentes dos próprios efeitos colaterais do tratamento.
Entre os principais pontos de atenção está o uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno, diclofenaco e naproxeno.
Além disso, abordagens como bloqueios, infiltrações ou o uso de corticoides, apesar de trazerem alívio imediato, nem sempre têm efeito duradouro e podem se tornar menos eficazes com o tempo.
O uso prolongado ou em altas doses desses medicamentos, especialmente sem acompanhamento médico, pode trazer uma série de efeitos colaterais.
Entre os principais riscos estão:
Esses efeitos tornam-se ainda mais preocupantes em pacientes idosos ou com doenças crônicas, que são justamente os mais afetados por quadros de dor persistente como os provocados pela hérnia de disco.
Diante dessas limitações dos tratamentos convencionais, a cannabis medicinal — em especial o canabidiol (CBD) — tem se destacado como uma alternativa terapêutica promissora. Sua ação anti-inflamatória e analgésica, aliada a um perfil de segurança mais favorável, pode oferecer alívio dos sintomas com menor risco de efeitos adversos sistêmicos.
Cannabis medicinal refere-se ao uso terapêutico da planta Cannabis sativa — ou de seus compostos ativos, como o canabidiol (CBD) e o tetraidrocanabinol (THC) — no tratamento de sintomas e condições específicas de saúde. Seu uso deve ser sempre orientado por profissionais habilitados, com prescrição adequada e acompanhamento médico.
Os compostos ativos da planta, chamados canabinoides, atuam no sistema endocanabinoide do corpo humano — um sistema de regulação natural envolvido em funções essenciais como dor, sono, humor, apetite, memória e resposta imunológica.
Entre os canabinoides mais conhecidos e estudados estão:
A cannabis medicinal não se resume apenas a esses dois compostos — a planta possui dezenas de outros canabinoides que também vêm sendo estudados por seus possíveis efeitos terapêuticos.
A ação terapêutica da cannabis ocorre, principalmente, por meio do sistema endocanabinoide — um sistema natural do corpo humano responsável por regular diversas funções essenciais para o equilíbrio do organismo (homeostase).
Esse sistema é composto por receptores celulares, especialmente os chamados CB1 e CB2, e por substâncias produzidas pelo próprio corpo, conhecidas como endocanabinoides.
Quando os compostos da cannabis, como o CBD e o THC, são administrados, eles agem de forma semelhante aos endocanabinoides naturais, ligando-se aos receptores CB1 e CB2, que estão distribuídos por várias partes do corpo, incluindo o cérebro, o sistema nervoso periférico e o sistema imunológico.
Essa interação pode influenciar diretamente diversos processos fisiológicos, como:
A cannabis medicinal pode ser uma aliada no manejo dos sintomas da hérnia de disco, especialmente na redução da dor crônica, da inflamação e do desconforto muscular — aspectos comuns desta condição.
Os principais compostos da planta, como o canabidiol (CBD) e o tetraidrocanabinol (THC), atuam sobre o sistema endocanabinoide do corpo, que regula funções como a percepção da dor, a resposta inflamatória e o controle do sono.
Além disso, a cannabis pode melhorar a qualidade do sono e reduzir a ansiedade relacionada à dor persistente, contribuindo para o bem-estar geral do paciente.
A hérnia de disco é uma condição desafiadora, que pode comprometer significativamente a qualidade de vida. Embora os tratamentos convencionais sejam amplamente utilizados, seus efeitos colaterais e limitações têm incentivado a busca por terapias complementares mais seguras.
A cannabis medicinal surge como uma alternativa promissora, capaz de aliviar a dor, reduzir a inflamação e contribuir para o bem-estar geral do paciente, desde que usada com responsabilidade e sob orientação profissional.

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