Conhecidas mundialmente como Sisters of the Valley, ou simplesmente “Freiras da Cannabis”, surgiram em 2015 no Vale Central da Califórnia, sob a liderança de Sister Kate (Christine Meeusen). Trata-se de uma irmandade de mulheres que combina espiritualidade, ativismo e a produção de remédios naturais à base de cannabis.
Apesar do hábito que utilizam, não pertencem a nenhuma ordem religiosa: o estilo monástico é simbólico, refletindo disciplina, espiritualidade e compromisso com sua missão. Com o tempo, o movimento ganhou projeção internacional, e para viabilizar a comercialização de seus produtos, estruturou-se também como empresa, sem perder o caráter comunitário que lhe deu origem.

A missão das Irmãs do Vale vai além da simples produção de fitoterápicos. O objetivo central é oferecer alternativas naturais de cura, garantindo que isso seja feito de forma ética, responsável e sustentável.
Essa missão se apoia em quatro pilares principais:
O impacto do grupo vai muito além da produção. Desde sua fundação, as irmãs assumiram uma postura de ativismo social e político, defendendo a regulamentação da cannabis medicinal como um direito fundamental de pacientes que buscam alternativas seguras e eficazes para o tratamento de diversas doenças.
Esse engajamento também se estende a causas mais amplas, especialmente ligadas à saúde e aos direitos das mulheres. Por meio da irmandade, elas promovem autonomia, sororidade e fortalecimento feminino, servindo de inspiração para comunidades independentes.
Assim, cada produto, cada entrevista e cada aparição pública é também um gesto de resistência. Para as Sisters, o ativismo é inseparável da missão de curar e empoderar, transformando o cultivo e o uso da cannabis em uma bandeira de justiça social e igualdade.
Por atuarem com a cannabis, ainda que em sua forma medicinal e legal em alguns estados, as Irmãs enfrentam sérias dificuldades no acesso a serviços financeiros tradicionais. Muitos bancos se recusam a abrir contas ou impõem condições desfavoráveis, reflexo do estigma que ainda recai sobre a planta.
Além disso, apesar dos avanços na legalização, persistem restrições em diversas regiões. Essas limitações comprometem a produção e dificultam a expansão do trabalho, impondo à irmandade barreiras legais e burocráticas constantes.
Mais do que produtoras de cannabis medicinal, as Freiras da Cannabis representam um movimento de resistência, espiritualidade e transformação social. Ao unir tradição, ciência e ativismo, consolidaram-se como uma das vozes mais importantes no debate sobre o uso terapêutico da planta, rompendo fronteiras geográficas e culturais em busca de um objetivo comum: garantir acesso, dignidade e saúde para todos.
Para muitos, tornaram-se um ícone contemporâneo que alia disciplina, compaixão e cuidado comunitário à defesa da saúde e da dignidade humana. Seu reconhecimento internacional vem não apenas da mídia, mas também de milhares de pacientes e apoiadores que encontraram nos produtos da irmandade uma alternativa eficaz e acessível.

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