Nas últimas décadas, o ambiente corporativo no Brasil passou por transformações profundas. Mudanças tecnológicas, exigências por produtividade, concorrência global, pressão por resultados imediatos — tudo isso contribui para um cenário de trabalho cada vez mais estressante.
Em 2025, esse quadro ficou ainda mais evidente: segundo pesquisa da The School of Life em parceria com a Robert Half, o uso de medicamentos para lidar com estresse, ansiedade e burnout cresceu muito entre trabalhadores brasileiros.

Elaborando os dados:

Para entender esse fenômeno, precisamos examinar vários fatores que vêm contribuindo para que cada vez mais pessoas dependam de medicamentos para conseguir lidar com o dia a dia profissional.
Medicamentos para ansiedade, estresse, depressão e outras condições psiquiátricas são ferramentas importantes, muitas vezes indispensáveis. Mas seu uso “em massa” ou sem o acompanhamento adequado pode trazer riscos:
Apesar do cenário preocupante, já é possível observar alguns sinais de mudança. Diversas empresas têm investido em práticas de acolhimento emocional, criando programas de saúde mental, estabelecendo pausas estruturadas ao longo do expediente e repensando seus ambientes de trabalho para que sejam mais humanos e acolhedores.
A conscientização em torno de temas como burnout, estresse e saúde mental também vem crescendo, acompanhada de avanços em legislações que, em certos setores, já estabelecem regras mais claras sobre direitos e cuidados com os trabalhadores. Além disso, organizações e profissionais de diferentes áreas têm defendido modelos de trabalho mais equilibrados, que respeitam o horário de descanso, evitam a sobrecarga e reconhecem o valor do ócio criativo e da recuperação emocional como parte do processo produtivo.
Ainda assim, esses esforços frequentemente encontram obstáculos em culturas corporativas mais tradicionais, que insistem em priorizar resultados imediatos e, muitas vezes, negligenciam ou até negam o impacto psicológico que esse modelo de gestão provoca.
Uma das alternativas mais discutidas recentemente é o uso da cannabis medicinal, em particular o CBD (canabidiol), que é um composto da planta Cannabis sativa sem efeito psicoativo (ou com efeito psicoativo muito reduzido, dependendo da concentração de THC). Aqui, exploramos como o CBD pode ajudar, quais evidências existem, riscos e recomendações.
Vantagens e potencial do CBD
O fato de o ambiente de trabalho brasileiro estar cada vez mais medicado é um alerta. Ele revela que muitos dos problemas do mundo corporativo — sobrecarga, pressão, expectativas irrealistas — não foram resolvidos apenas com adaptação tecnológica, novas ferramentas ou trabalho remoto; a saúde mental está pagando o preço.
Mas há esperança: reconhecer o problema já é meio caminho andado. As alternativas naturais, o investimento em bem-estar, mudanças na cultura organizacional, políticas de saúde mental, práticas integrativas como o uso de CBD (quando legal, seguro e bem orientado) — tudo isso pode tornar o ambiente de trabalho menos opressor, mais saudável, mais humano.

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