Quem convive com a Doença Renal Crônica (DRC) sabe que a dor pode fazer parte do dia a dia — seja por causa da própria doença, de outros problemas de saúde ou de complicações como dores nos nervos e nos ossos. O grande desafio é que muitos remédios para dor, como anti-inflamatórios, podem piorar ainda mais o funcionamento dos rins.
Como os rins têm um papel essencial no bom funcionamento do corpo, qualquer comprometimento nessa função exige cuidados redobrados com os medicamentos. É nesse cenário que a cannabis medicinal, especialmente o canabidiol (CBD), vem ganhando destaque como uma alternativa natural e segura para ajudar no controle da dor — sem sobrecarregar ainda mais os rins.

A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição caracterizada pela perda progressiva e irreversível da função dos rins ao longo de três meses ou mais.
Ela é classificada em cinco estágios, de acordo com o grau de comprometimento renal. No estágio mais avançado (estágio 5), o paciente pode precisar de diálise ou transplante renal para sobreviver.
Para entender melhor o impacto da DRC no organismo, é fundamental conhecer as principais funções dos rins.
Os rins desempenham um papel vital no equilíbrio do organismo. São responsáveis por filtrar o sangue, eliminando resíduos e o excesso de líquidos por meio da urina. No entanto, suas funções vão muito além da excreção.
Entre as principais atividades renais, destacam-se:

À medida que a função renal se deteriora, o organismo perde a capacidade de realizar processos vitais, o que impacta diretamente a qualidade de vida do paciente. Entre as diversas complicações associadas à DRC, a dor crônica é uma das mais recorrentes e debilitantes.
A Doença Renal Crônica está frequentemente associada a duas das condições mais prevalentes na população brasileira: hipertensão arterial e diabetes mellitus.
A hipertensão arterial pode ser tanto causa quanto consequência da disfunção renal. Isso ocorre porque os rins participam ativamente do controle da pressão arterial.
Quando sua função está comprometida, os níveis de pressão podem se desequilibrar. Por outro lado, a elevação crônica da pressão também pode danificar os vasos sanguíneos dos rins, prejudicando sua capacidade de filtração. O controle da hipertensão, portanto, é fundamental para prevenir ou retardar a progressão da DRC.
A diabetes, por sua vez, danifica os vasos sanguíneos renais ao longo do tempo, o que compromete a capacidade dos rins de filtrarem o sangue adequadamente.
Além dessas duas causas principais, outras condições também podem levar à DRC, como:
A Doença Renal Crônica pode evoluir de forma silenciosa nas fases iniciais, mas à medida que a função renal se deteriora, diversos sintomas podem surgir. Entre os mais comuns estão:
Esses sintomas ocorrem porque os rins deixam de desempenhar adequadamente suas funções de filtração, regulação de eletrólitos e controle de líquidos, afetando diversos sistemas do organismo.
Infelizmente, a Doença Renal Crônica não tem cura. No entanto, com diagnóstico precoce e acompanhamento adequado, é possível retardar sua progressão, controlar os sintomas e melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.
O plano terapêutico varia conforme o estágio da doença e pode incluir diferentes abordagens combinadas, tais como:
Nos estágios mais avançados, pode ser necessário iniciar diálise ou considerar o transplante renal, conforme avaliação médica.
O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente dois principais tipos de terapia renal substitutiva (TRS) para pacientes com Doença Renal Crônica em estágio avançado:
Ambas as opções visam substituir parcialmente a função dos rins, melhorando o bem-estar e prolongando a vida dos pacientes que já não conseguem manter essa função de forma natural.
Embora a cannabis medicinal não atue diretamente sobre os rins — ou seja, não reverte nem interrompe a progressão da Doença Renal Crônica — ela pode ser uma aliada importante no controle dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
Entre os principais benefícios observados, destacam-se:
Esses efeitos tornam a cannabis uma alternativa natural e segura para auxiliar no cuidado global do paciente renal, desde que usada com orientação profissional.
Viver com Doença Renal Crônica exige cuidados constantes, principalmente no controle da dor e dos sintomas que afetam o bem-estar do paciente. Nesse contexto, a cannabis medicinal — em especial o CBD — se apresenta como uma aliada promissora por oferecer alívio sem comprometer ainda mais a função renal.
Embora não represente uma cura para a DRC, o uso responsável e acompanhado por profissionais da saúde pode ajudar no controle da dor, na redução da ansiedade, na melhora do sono e até no estímulo do apetite. Com isso, a cannabis contribui para devolver qualidade de vida ao paciente, respeitando os limites impostos pela condição renal.
Mais do que uma solução única, o CBD deve ser entendido como parte de uma abordagem integrativa e cuidadosa — focada no conforto, na dignidade e no bem-estar de quem enfrenta os desafios diários da insuficiência renal.

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