
O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, afeta o cólon, o reto e o ânus, regiões que fazem parte do intestino grosso. Trata-se de uma doença altamente tratável e, na maioria dos casos, curável quando diagnosticada precocemente. A maior parte desses tumores se origina em pólipos, pequenas lesões benignas que podem se formar na parede interna do intestino grosso. A remoção desses pólipos antes que evoluam para o câncer é uma das formas mais eficazes de prevenção, reforçando a importância de exames regulares, como a colonoscopia.
Além da detecção precoce, a adoção de hábitos saudáveis contribui significativamente para a redução do risco da doença. Os principais fatores incluem:
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais comum no Brasil, tanto em homens quanto em mulheres, sendo superado apenas pelo câncer de pele não melanoma.
Alguns hábitos e condições aumentam o risco de desenvolver câncer colorretal, como o tabagismo, o consumo excessivo de gorduras saturadas e bebidas alcoólicas, o sedentarismo e a obesidade. Além disso, a idade acima de 45 anos, o histórico familiar da doença e o histórico pessoal de câncer de ovário, útero ou mama também são fatores de risco. A baixa ingestão de cálcio também pode contribuir para o desenvolvimento da doença.
Os sintomas podem variar, mas alguns sinais de alerta incluem:
Em caso de persistência desses sinais, é fundamental procurar orientação médica.
Quando o câncer de intestino é diagnosticado em fases iniciais, as chances de cura aumentam significativamente. Exames como a colonoscopia permitem a detecção e a remoção de pólipos antes que evoluam para um tumor. Além disso, o acompanhamento regular é essencial mesmo após a remissão, para identificar qualquer recidiva precocemente.
A cannabis medicinal vem sendo estudada para auxiliar pacientes oncológicos em diversos aspectos, principalmente no que diz respeito a sintomas e efeitos colaterais dos tratamentos convencionais, como quimioterapia e radioterapia.
Muitos pacientes em tratamento contra o câncer sofrem com episódios intensos de náuseas e vômitos devido à quimioterapia. O THC (tetraidrocanabinol) e o CBD (canabidiol), compostos presentes na cannabis, podem ajudar a reduzir esses sintomas. Alguns medicamentos à base de canabinoides já são aprovados para esse fim em diversos países.
A diminuição do apetite (anorexia) é comum em pacientes oncológicos, muitas vezes ocasionando perda de peso e fraqueza. O THC é conhecido por aumentar o apetite em algumas pessoas, o que pode contribuir para a manutenção do estado nutricional do paciente.
Pacientes com câncer podem experimentar diferentes tipos de dor (neuropática, inflamatória, óssea etc.). A interação dos canabinoides com o sistema endocanabinóide pode reduzir a intensidade da dor, agindo tanto em receptores do sistema nervoso central quanto nos envolvidos na inflamação periférica.
O estresse emocional associado ao diagnóstico e tratamento de um câncer pode levar a quadros de ansiedade, depressão e insônia. O CBD, em especial, tem sido apontado como possível ansiolítico e pode contribuir para uma melhora na qualidade do sono de alguns pacientes.
Alguns estudos sugerem que o CBD apresenta propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que podem colaborar indiretamente no bem-estar geral do paciente. No entanto, ainda são necessárias mais pesquisas para esclarecer o real papel desses efeitos no contexto oncológico.
A cannabis medicinal atua no controle da dor principalmente por meio da interação de compostos presentes na planta, em especial os canabinóides, como o THC e o CBD, com o sistema endocanabinoide do corpo humano.
O corpo humano possui receptores denominados CB1 (presentes em maior quantidade no sistema nervoso central) e CB2 (presentes sobretudo no sistema imunológico e em tecidos periféricos). O THC tem alta afinidade principalmente pelos receptores CB1, responsáveis por efeitos analgésicos, mas também psicoativos. Já o CBD apresenta afinidade menor por esses receptores, porém modula suas funções de forma indireta e interage com outros alvos moleculares, auxiliando no efeito anti-inflamatório e analgésico.
Não. A cannabis medicinal é vista como terapia complementar para manejo de sintomas e efeitos colaterais. Os tratamentos convencionais (cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia) permanecem fundamentais e devem ser seguidos conforme orientação médica.

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Para iniciar o tratamento, é preciso:
A cannabis medicinal vem sendo reconhecida pela eficácia na redução de sintomas como dor, náuseas, vômitos e perda de apetite, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de pacientes oncológicos. Diante do crescente interesse científico, há a perspectiva de que, nos próximos anos, surjam evidências mais conclusivas sobre a segurança e eficácia das terapias à base de cannabis no contexto do câncer.
Até lá, seu uso deve ser feito com cautela, sempre sob supervisão de um(a) profissional de saúde e em conformidade com as leis e regulamentações vigentes.
No que diz respeito ao câncer de intestino, é fundamental destacar que, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura aumentam significativamente. Contudo, mesmo após a remissão da doença, o acompanhamento contínuo é indispensável.
Consultas e exames periódicos permitem detectar precocemente eventuais recidivas, possibilitando intervenção rápida e elevando as chances de sucesso no tratamento.

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